27 de Junho - Dolce Vita Coimbra (com Os Demitidos)
16 de Julho - Cool Jazz Mafra (com Vicente Palma)
25 de Julho - Seia (com Os Demitidos)
Nota - Todas as datas anunciadas anteriormente mantêm-se; consultar agenda do blogue.
Diz-se por aí que o concerto era de angariação de fundos para obras no Luísa Todi, pode até ter sido, mas na noite de ontem, Jorge Palma, incendiou o Luísa Todi. Não sobrou nada! Tal não foi o momento, que apenas pode ser descrito por quem lá esteve.
O Jorge entrou sereno, bem vestido, camisa vermelha e calças pretas. Andou a passos largos até ao microfone, olhou o público, e colocaram-lhe uma guitarra nas mãos. Todos esperavam, qualquer uma das suas musicas, os mais conhecedores talvez esperassem que dali saí-se "O meu amor existe". Mas não. O Jorge transforma-se num "irish men", para presentear o público com "I Never Will Play the Wild Rover No More". Um momento único ao qual se seguiram muitos outros. Um concerto que contou com um Palma com rasgos de génio e de originalidade.
Por momentos me perguntei, se não estaria a ver um concerto de piano/jazz. O Jorge deu um espectáculo, sentado ao piano, brincou com ele, numa mistura de sonoridades única. A sala viu Jorge Palma, a relatar uma espécie de discussão conjugal ao piano, em que a mão esquerda representava o homem, possivelmente, de voz grave, e a direita a mulher. Foi hilariante o momento, Palma, tocando e relatando: " falam aqui e ali, encontram-se
Todas as canções foram interpretadas de forma diferente, o que deu nova força a temas como "Finalmente a sós" ou "Frágil".
Já com Vicente em Palco, alguém gritou - " És lindo Vicente", Palma olhou para o filho e disse: - "Sim é lindo... mas e então e a experiência, já não conta nada?" -" O gajo já dá mais autógrafos que eu... (risos)" Foi a gargalhada geral, num dos muitos momentos descontraídos, em que Palma fez rir o público. De destacar a interacção entre pai e filho que resulta na perfeição em temas como "Abrir o Sinal", que deixam a plateia maravilhada.
Depois de ouvir "Frágil", um ponto forte, uma interpretação fantástica, avassaladora, compreendi na plenitude o porquê de estar ali sentado naquela sala, o coração bateu mais forte e mais uma vez soube e senti o que é Jorge Palma, o que é ser palmaníaco.
Aqui fica o alinhamento do concerto:




O meu amor existe
Meu amor (não fiques para aí a dormir)
No tempo dos assassinos
Voo Nocturno
Só
Disse Fêmea
Quarteto de Cordas
Acordar tarde
Valsa de um homem carente
Estrela do Mar
Frágil
Abrir o sinal
Bairro do Amor
Jeremias, o fora da lei
Dormia tão Sossegada
Maçã de Junho
Encosta-te a mim
Finalmente Sós
Vermelho Redundante
Dá-me Lume
A gente vai continuar





O Meu Amor Existe
Meu Amor (não fiques para aí a dormir)
No Tempo dos Assassinos
Só
Vermelho Redundante
Voo Nocturno
Cara d'Anjo Mau
Disse Fêmea
Frágil
Dá-me Lume
Acordar Tarde
Valsa de um Homem Carente
O Centro Comercial Fechou
Estrela do Mar
Abrir o Sinal
Bairro do Amor
Jeremias, o Fora da Lei
Na Terra dos Sonhos
Maçã de Junho
Dormia tão Sossegada
Encosta-te a Mim
Finalmente Sós
Quem És Tu de Novo
Deixa-me Rir
A gente vai Continuar
Grande noite, com um grande Mestre! A estrada continua hoje em Braga...!
O trabalho que decidimos fazer pretendia ser a intersecção da vida e obra de Jorge Palma com os processos e métodos de composição e a análise da sua postura como músico na sociedade, bem como de algumas músicas, em particular, que servirão para ilustrar algumas das teses defendidas. No fundo, tentando manter a problemática inicial - a de averiguar a existência de uma vontade de intervir socialmente - tentámos construir um trabalho que abarcasse e focasse o maior número de informação possível sobre JP, e que lhe conferisse o já merecido reconhecimento. Sendo um trabalho preliminar, com uma investigação de curta duração e, portanto, focalizada, não são reivindicadas leituras definitivas das questões aqui levantadas. Procura-se analisar acima de tudo a problemática do “Só”, da Transgeracionalidade, da Intervenção social e da análise musical. Esperamos, no entanto, estar a abrir portas para futuros trabalhos de nossa autoria ou de outros.
Aqui fica o link para a entrevista realizada a Jorge Palma, a merecer uma leitura atenta.








11 de Abril - Évora (com Vicente Palma)
18 de Abril - Queima das Fitas de Leiria (com Os Demitidos)
9 de Maio - Queima das Fitas da Guarda (com Os Demitidos)
10 de Maio - Queima das Fitas de Braga (com Os Demitidos)
8 de Agosto - Régua (com Os Demitidos)
16 de Agosto - Vila Nova de Cerveira (com Vicente Palma)
28 de Agosto - Crato (com Tim & Demitidos )
Nota - Todas as outras datas anteriormente anunciadas matêm-se; consultar a agenda deste blogue.
No dia 7 de Março, Jorge Palma foi a estrela do JLB Show, programa do radialista José Luiz de Barros, na Rádio Sul Fluminense AM, emissora do Grupo Sul Fluminense de Comunicação, da região do Médio Paraíba, no Estado do Rio de Janeiro.
No programa, José Luís de Barros teve uma conversa informal com a jornalista Maurette Brandt, colaboradora do Blogue Palmaníaco, em que abordaram a trajectória do artista, com destaque para o extraordinário sucesso do cd Voo Nocturno e da canção “Encosta-te a mim”. A conversa foi entremeada com alguns dos maiores sucessos do Mestre, como “Deixa-me rir”, “Estrela do Mar”, e o samba quase brasileiro “Sete(está-se tudo a passar)”, entre outras.
O meu amor existe
Meu amor (não fiques para aí a dormir)
No tempo dos assassinos
Voo nocturno
Só
Duas amigas
À espera do fim
Passos em volta
Acorda menina linda
Boletim meteorológico
Norte
Quem és tu de novo?
Disse fêmea
Estrela do mar
Debussy – solo Palma
Stravinsky – solo Quarteto
Canção de Lisboa
Encosta-te a mim
Acordar tarde
Valsa dum homem carente
Abrir o sinal
Bairro do amor
Frágil
Dá-me lume
A gente vai continuar
Encosta-te a mim
Finalmente a sós
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A gente vai continuar



A Feira do Livro de Braga apresenta no dia 29 de Março, pelas 22 horas um concerto musical com Jorge Palma no GRANDE AUDITÓRIO PEB.
Ao longo dos anos, Jorge Palma foi um magnífico escritor de canções de factura clássica, capazes de unir muita gente diferente à volta de uma mesma emoção traduzida
Musicalmente, “Voo Nocturno” está mais próximo do Palma “clássico” dos anos 1980 e de álbuns como “O Lado Errado da Noite” ou “Bairro do Amor”. Produzido por Flak, dos Rádio Macau e velho cúmplice dos tempos do Palma's Gang.Os bilhetes têm lugares marcados, sendo o preço dos bilhetes o seguinte: 1.ª Plateia: 12,50 euros / 2.ª Plateia: 10,00 euros.
O Blogue Palmaníaco aproveita para informar que o concerto no Centro de Artes de Portalegre, no próximo dia 15 de Março, já se encontra esgotado.